
Venda e colheita de pinhão são liberadas no Paraná
Muito apreciado no Estado, o alimento volta à mesa dos paranaenses a partir desta terça (1º).
O pinhão volta para as mesas dos paranaenses nesta terça-feira (1º). A partir de hoje, a venda, colheita e armazenamento do alimento, muito apreciado no Estado, estão liberadas, de acordo com o Instituto Água e Terra, mas com restrições ambientais.
O órgão ambiental estabelece normas para conciliar a geração de renda e proteger a reprodução da araucária, árvore símbolo do Paraná e que está ameaçada de extinção.
De acordo com a legislação ambiental, apenas pinhões maduros podem ser comercializados. Também não é permitida a venda de pinhões trazidos de outros estados. A multa em caso de descumprimento é de R$ 300 a cada 50 quilos apreendidos, ou fração equivalente, além de responsabilização por crime ambiental.
As pinhas imaturas apresentam casca esbranquiçada e alto teor de umidade, o que favorece a presença de fungos, e o alimento pode até se tornar tóxico para o consumo humano. Se ingerido nessas condições, pode prejudicar a saúde com problemas como a má digestão, náuseas e episódios de constipação intestinal.
Cadeia produtiva do pinhão no Paraná
A safra do pinhão no Paraná começa em abril e normalmente se estende até o mês de junho. Sua cadeia produtiva gera incremento econômico na vida de milhares de famílias paranaenses, movimentando R$ 22,4 milhões em 2023, de acordo com os dados mais recentes da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento.

Municípios das regiões Central, Sul e Sudoeste concentram o maior volume de produção de pinhão no Paraná.
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